Escrito por 22:38 Marketing

Retail

O que importa é vender, vender, vender e o que mais é necessário para que isso se torne sustentável no meio digital que mais cresce no mundo e principalmente nos tempos de pandemia?

Estamos aprendendo a cada dia uma lição e principalmente o líder hoje em tempos de pandemia teve que ficar muito mais tolerante pois praticamente tudo é novo e não há como cobrar disciplina na hora de fazer uma reunião remota por conta de vários fatores como fuso horário, desconhecimento das plataformas pelos usuários, sinal de internet fraco em vários lugres, enfim um mundo novo onde as parcerias com os players se tornam inevitáveis e lucrativas.

O hábito do consumidor também mudou e o varejista tem que mudar suas estrategias e focar no e-commerce onde o crescimento bate recordes diariamente.

A inovação também faz parte da vida diária , ou inova ou morre, a competição é mais igual entre os maiores e menores players, isso mesmo, porque todo mundo esta aprendendo junto e conhecer profundamente a geração Z que busca experiências com a marca e muita exigência, pois entende que a marca deve fazer o seu papel sócio ambiental de forma completa, atuando principalmente no seu entorno, além de ações concretas com discurso de ante descriminação racial, de gênero e tudo que seja relevante para o mundo. Nada de ações rasas, apenas especulativas.

Depois da vacinação a gente poderá sentir o volume represado dos consumidores em viver essa nova experiência, acredito que a população vai tomar conta das ruas novamente, porem o que foi aprendido neste período são será esquecido, pois já esta inserido nos costumes por conta do tempo que dedicamos a aprender. O consumidor ganhou novos hábitos, ele quer conectar em qualquer hora e em qualquer lugar e isso é fato.

Conheça alguns formatos que se consagraram e que são determinantes para o sucesso nas vendas.

Curbside pick-up: é a coleta na calçada tipo o formato tipo drive thru, cresceu muito no mercado americano. É mais conveniência e segurança e é isso que o consumidor quer, pois com as pessoas tendo que se distanciar socialmente, os donos de lojas tiveram que encontrar novas maneiras de manter os negócios em andamento durante a pandemia do Corona vírus. Muitos optaram por armazenar ou retirar na calçada para oferecer aos clientes uma opção segura ao coletar seus pedidos.

Para a maioria, essa é uma forma totalmente nova de operar – e alguns varejistas nem estavam preparados para fazer pedidos online antes que a Covid obrigasse as pessoas ao bloqueio. Como muitos países foram informados de que suas lojas físicas teriam de fechar indefinidamente, os comerciantes começaram a procurar ferramentas e plataformas que pudessem ajudá-los a continuar negociando com rapidez e eficiência, porém isso não é novidade e já vinha sendo usado há várias décadas em outros formatos

Llivestrime commerce: Esta prática, com uma longa história de sucesso na China, envolve fazer vídeos ou transmissões ao vivo para apresentar produtos ou mostrar como eles funcionam e, em última instância, atuar como uma fonte direta para vendas online. Você pode tirar dúvida, pode interagir e isso é a diferença que cria relevância e enriquece a experiência online

Dark store:  Neste caso o paradigma é conviver com o delivery dentro da loja, disputando o espaço da loja com o consumidor. São lojas prontas pra atender pedidos   de deliverys, a loja é pensada paro fluxo de delivery, a otimização é grande por conta que não precisa estar num ponto bem localizado, não precisa de decoração e poucos funcionários. E aqui fica uma afirmação: os hábitos de comprar em delivery que aprendemos na pandemia não vai se perder quando acabar a pandemia

Social Commerce: Todas as plataformas de rede socias já tem como vender nos dias de hoje com uma infinidade de formatos e tipos, os quis podem ser aproveitados de varias formas pra potencializar as vendas.

Subscrição: É formato de negociação tipo essas academias que você paga barato e ela entrega vaias opção e formatos oferecendo recorrência e mensalidade.   Outro exemplo de compra recorrente é loja de ração qe oferece muita comodidade ao cliente que sabe que tem que comprar sempre e não quer se preocupar de sempre ter que sair pra comparar algo que sabe que precisa periodicamente. Essa dinâmica deve crescer muito. Antes que me esqueça, outra empresa que esta dando muito certo que que eu aderi a esse serviço é a Nespresso.

Second hand:  Comercializar itens de segunda mão ou semi novos  além de uma grande lucratividade, mostra toda preocupação e respeito com o impacto ao meio ambiente em relação ao descarte e deve aumentar assustadoramente em todo mundo. Os brechós o mercado de luxo e pra coisas simples também.  É uma tendência sem volta.

Conforme Renó, diretor financeiro da OLX “a pandemia acelerou a ideia de conscientização. Percebemos no início da quarentena o quanto o mundo ficou modificado, como por exemplo em Veneza, onde as águas voltaram a ser cristalinas poucas semanas após a reclusão das pessoas. Estamos bem mais preocupados com o que vamos deixar para as futuras gerações.”

Até agora só falamos das lojas virtuais e as lojas físicas vão morrer?

Claro que não, o físico é o apoio do digital. É o físico que alavanca o digital e tem vários estudos que confirmam isso. O impacto para digital quando se abre uma loja física é muito grande para consumidor, gerando Brand, enfim os dois andam de mãos dadas.

Decidi fazer esse over view apenas poraquê a pandemia lançou a gente para uma nova percepção do tempo, o nosso espaço tempo foi alterado, pois ficamos vivendo principalmente no mundo virtual e para tal precisamos entender e ficar atentos com a mudança de hábitos da geração Z. Pesquisa da Box 1824 com a McKinsey mostra porque a geração Z vai desconstruir a forma que consumimos e funcionar como a disrupção dos Millennials. Estamos mudando os nossos hábitos a qual podemos notar que aceleramos os dias em termo de inovação e já estamos vivendo hoje como seria em 2014, apenas por conta dos efeitos criados pela pandemia. Por isso temos que estar a frente, testar, aprender e crescer com as experiências.

Fica a dica: Diversidade, sustentabilidade, experiência tudo com proposito real e ativo é o que vai alavancar o varejo no digital e físico e a digitalização do vendedor, da equipe de vendas, os vendedores têm que entender que eles não têm mais aquele espaço físico da loja, o cliente não precisa mais ir na loja pra vc vender.  O vendedor precisa sair da zona de conforto e ir atrás do cliente onde ele estiver. O varejo físico vai se tornar um sistema de suporte para o varejo digital.

 

Cláudio Cordeiro é o pai do Luquinhas e do Nicholas.

 

 

 

 

 

Visited 9 times, 1 visit(s) today
Fechar